11 feitos do futebol brasileiro que jamais veremos outra vez

As grandes lendas do futebol se constroem de forma insuspeita. É praticamente impossível detectar quando um recorde será batido, um legado será firmado ou um astro será eternizado. As coisas simplesmente acontecem, nos pegam de surpresa e a partir daí procuramos justificá-las, construir retroativamente o caminho da glória que levou ao momento que testemunhamos em campo. Apenas respondemos ao épico, não podemos antevê-lo. Isso é bom. É parte da beleza do espetáculo.

Essa prática de reagir ao inexplicável e desvendar sua trajetória nos deu, como espectadores, a curiosa habilidade de identificar aquilo que é irrepetível. Quando paramos para pensar sobre o que testemunhamos, temos a perspectiva da sequência de acontecimentos que, projetando adiante, percebemos que não ocorrerá de novo. Marcas existem para serem superadas, mas às vezes nos deparamos com algumas que, sendo frutos dessas circuntâncias históricas tão particulares, resistirão para sempre.

Aqui estão alguns exemplos disso.

11. O Santos e o São Paulo foram bi da Libertadores e do Mundial

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O Santos de Dorval e Gilmar, o São Paulo de Cerezo e Raí

Não estou revelando nenhum segredo da humanidade. O Santos de Pelé & companhia derrotou Peñarol e Boca Juniors antes de derrubar Benfica e Milan, em 1962 e 1963. O São Paulo sob a batuta de Telê Santana venceu Newell’s Old Boys e Universidad Católica e depois abateu Barcelona e Milan, em 1992 e 1993. Conquistas enormes, e amplamente conhecidas. É tão comum lembrá-las que não paramos para pensar que são praticamente inalcançáveis para qualquer outro clube brasileiro no estado atual das coisas. Desde o bi tricolor, por três vezes times nacionais conseguiram retornar à final continental como defensores do título (o próprio São Paulo em 1994 e 2006 e o Palmeiras em 2000) mas não ganharam nenhuma. Garantir a Libertadores por vezes consecutivas já se mostra tarefa árdua. O desempenho nos Mundiais também decaiu: se até 1993 os representantes brasileiros venceram seis dos sete que disputaram, desde então foram só quatro em onze, e em tempos recentes está difícil até fazer frente aos times africanos. Não é só o histórico estatístico que joga contra. O sucesso internacional tende a valorizar os jogadores campeões, o que esvazia os times vencedores e dificulta novas conquistas de forma imediata. Pode ser que demore mais do que três décadas até termos outro clube brasileiro exercendo hegemonia no palco global, se é que haverá algum de novo.

10. Dadá Maravilha fez dez gols em uma só partida

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Dario no Sport, onde jogou entre 1975 e 1976

O irreverente Dario, artilheiro profissional, fez história jogando pelo Sport ao marcar dez gols num jogo do Campeonato Pernambucano de 1976, contra o pobrezinho Santo Amaro (placar final: 14-0). Ele não é o único com a marca, mas há registros controversos para os outros dois casos conhecidos: Mascote, do Sampaio Corrêa, em 1934, e Caio Mário, do CSA, em 1948. Em todo caso, Dadá está garantido no rol. O feito inclusive ajudou-o a ser artilheiro do Pernambucano de 76 mesmo jogando só metade do campeonato – antes do fim, foi negociado com o Internacional e deixou a Ilha do Retiro. Se já é difícil vislumbrar goleadas dessa magnitude, imagine com participação tão avassaladora de um jogador só. É mais comum que os times se poupem depois de garantir um resultado largo, e também que mostrem misericórdia com o adversário, de modo que um placar que alcance dois dígitos é bastante impensável. Além disso, treinadores cultivam a prática de substituir um jogador que arrebenta quando a partida já está no papo para que ele saia sob aplausos, ganhando moral para si e para o time. Uma performance como a de Dario seria certamente interrompida antes da contagem de dez, com essa finalidade.

9. O Corinthians ganhou um jogo do Brasileiro por 10-1

Mas OK, sejamos flexíveis em relação aos gols de Dario e ao resultado do seu Sport. Pode ser que algum campeonato estadual dos mais periféricos, mais dados a surpresas e eventos inusitados, nos presenteie com algo próximo. Mas o que dizer da primeira divisão do principal campeonato nacional de futebol? Em 1983, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, o Corinthians de Sócrates surrou o Tiradentes, do Piauí, por 10-1. O próprio Doutor fez quatro gols. Foi, e ainda é, a maior goleada da história dos Brasileiros. E sempre será. Ou alguém imagina que a primeira divisão, hoje mais estruturada e competitiva, tem espaço para lavadas desse tamanho? Pelo regulamento da época classificavam-se automaticamente para a primeira divisão os campeões estaduais (caso do Tiradentes), e é cristalino que alguns deles não tinham nível para encarar os grandes times. Hoje não funciona mais assim. Um clube pode dominar seu estado por anos a fio, mas só chegará à elite nacional se atravessar as divisões inferiores uma a uma. Esse processo filtra os candidatos, de modo que a Série A é mais equilibrada e não comporta a discrepância técnica que deságua em um 10-1. Claro que, mesmo no contexto daquele momento, o resultado foi uma excrescência – o Tiradentes até conseguira vencer o Corinthians algumas semanas antes, jogando em casa. Hoje, porém, seria absolutamente proibitivo.

8. Durval foi decacampeão estadual passando por cinco clubes

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Dois dos títulos de Durval: Sport (2009) e Santos (2012)

Se você rapidamente inclui o zagueiro Durval numa lista de carreiras mais estreladas do futebol brasileiro, você provavelmente é parente dele. Mais conhecido pelas conquistas da Copa do Brasil de 2008 com o Sport e da Libertadores de 2011 com o Santos, o beque capixaba é um coadjuvante profissional, mas foi capaz de enfileirar nada menos do que dez títulos estaduais consecutivos, ao longo de passagens por cinco clubes de cinco estados e quatro regiões do país diferentes. A sequência começou em 2003, no Botafogo-PB, e seguiu por Brasiliense e Atlético Parananese – um título por camisa. Com o Sport foi um tetra, entre 2006 e 2009. Em seguida, um tri pelo Santos, até 2012. A toada só foi interrompida em 2013, mas foi por pouco: o Santos foi vice paulista, e Durval, tão determinado que estava em prolongar sua marca, até fez gol em uma das partidas da decisão, contra o Corinthians. Clubes, sempre na disputa, podem ser decacampeões – aconteceu com América-MG (1916-1925) e ABC (1932-1941), no tempo do ronca. Atletas, com suas trajetórias de altos e baixos, idas e vindas, necessitariam de uma enorme combinação de coincidências. Se o jogador é muito bom, descola transferência para algum lugar onde não há estaduais. Se é muito ruim, não vai para times competitivos. Aconteceu com Durval. Os planetas não se alinham assim duas vezes.

7. O Campeonato Gaúcho de 1994 durou mais de nove meses…

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O Inter campeão de 94: Luís Carlos Winck, Jairo, Luiz Fernando, Alex, Zinho, Sérgio Guedes / Caíco, Celso Vieira, Leandro, Nando, Dinei

Falei sobre regulamentos insanos aqui, mas só abordei Campeonatos Brasileiros. Se qualquer competição entrasse na conversa, certamente o Campeonato Gaúcho de 1994 teria dado as caras. Com uma primeira divisão inchada, composta por 23 times, a federação estadual queria um torneio que servisse para botar ordem no futebol local. Haveria nove rebaixados, sendo que um deles, o lanterna, iria direto para a terceira divisão. Era um campeonato propositalmente ruim, porque deveria deixar um cenário de terra arrasada para que o Gauchão pudesse recomeçar do zero, um pouco mais arrumado. Foi adotado um sistema de pontos corridos em turno e returno, o que significava que cada time teria que disputar impensáveis 44 partidas. A carga pesada de jogos não conseguiu conviver muito bem com o fato de que os clubes tinham outras competições para disputar ao longo do ano, o que exigiu um malabarismo de datas e várias remarcações de jogos. O estadual teve a primeira rodada no dia 5 de março, mas alguns times só puderam estrear duas semanas depois. A bola parou de rolar em 17 de dezembro, quase nove meses e meio após seu início. Mesmo na realidade anárquica dos torneios brasileiros, é muito tempo. O Campeonato Gaúcho que demorou mais do que uma gestação humana ganhou o apelido de “O Interminável”, foi um fracasso de público e crítica e ainda gerou outra marca que deve atravessar a eternidade.

6. …e o Grêmio jogou três vezes no mesmo dia

O Grêmio disputou cinco competições em 1994 (Gaúcho, Copa do Brasil, Brasileiro, Conmebol e Supercopa Libertadores), totalizando 85 jogos oficiais – média de um a cada quatro dias. O estadual era a mais desimportante delas, mas também a que mais ocupava calendário. Priorizando os demais campeonatos, o clube foi adiando seus compromissos pelo Gauchão, até que chegou no mês de dezembro ainda precisando disputar oito partidas (e só para cumprir tabela, pois já nem podia ser campeão). A solução para acomodar tudo no curto tempo que restava foi honestamente quadrúpede: fazer o Grêmio entrar em campo três vezes no mesmo dia, aliás na mesma tarde. Entre as 14h e as 20h do dia 11, o Tricolor enfrentaria, em sequência, Aimoré, Santa Cruz e Brasil de Pelotas. No calor castigante do verão de Porto Alegre, menos de 300 pessoas compareceram ao Olímpico para a rodada tripla, durante a qual o Grêmio teve que escalar 34 jogadores diferentes (muitos deles juniores). O dia hercúleo rendeu duas vitórias, um empate e faturamento total de bilheteria de R$ 690. Quatro atletas participaram de dois dos jogos, incluindo o volante Émerson, que faria longa carreira na seleção brasileira e no futebol europeu. No mesmo ano, o Juventude (também Gaúcho) e o São Paulo (Brasileiro e Conmebol) tiveram que fazer dois jogos em um dia só. Mas dose tripla, só mesmo o Grêmio.

5. Mazarópi ficou mais de 20 jogos sem tomar gol

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Mazarópi protege a meta do Vasco

O recorde mundial de impenetrabilidade de um goleiro em competições oficiais não pertence a lendas da meta como Buffon, Banks, Yashin, Casillas ou Van Der Sar. É de um brasileiro, e um que passa longe de figurar entre os maiores arqueiros da história do país. Estou falando de Mazarópi, que fez fama pelo Grêmio no anos 80. Antes disso, porém, o guarda-redes com jeito de caipira (daí o apelido) defendeu o Vasco. E como defendeu. Entre os Campeonatos Cariocas de 1977 e 1978, Mazarópi ficou 1.816 minutos sem precisar buscar uma bola no fundo do gol. Isso dá nada menos do que vinte partidas inteiras, mais uns quebrados. A série começou em jogo contra o Bonsucesso que o Vasco venceu de virada por 2-1 (o gol adversário foi marcado aos 13 do primeiro tempo). Atravessou o segundo turno inteiro do torneio de 77 – que o Vasco obviamente venceu – e o início do torneio de 78. O responsável por estragar a festa foi o meia Manfrini, do Madureira, aos 33 da primeira etapa do 21º jogo após o último gol. Fizeram parte da sequência cinco clássicos. Apenas os jogos pelo Carioca nesse período entram na contagem, porque o recorde considera invencibilidade em uma competição. Hoje, 20 jogos cabem em um estadual inteiro, e superam todo o primeiro turno do Brasileiro. Inimaginável que algum goleiro consiga sobreviver intacto a essas jornadas. No Brasil recente, a melhor tentativa pertence a Rogério Ceni, que em 2007 mal alcançou a metade da marca de Mazarópi (988 minutos). E falando nele…

4. Rogério Ceni fez mais de cem gols como goleiro

O ídolo maior do São Paulo é também o principal expoente de uma espécie em extinção no futebol: os goleiros artilheiros. Nas novas safras da posição, praticamente inexistem profissionais de alto nível que também dublem como batedores de faltas e pênaltis, as principais válvulas de escape para que os goleiros escrevam seus nomes nas tábuas de artilheiros. Essa falta de renovação no ofício é que transforma o recorde de Rogério Ceni de impressionante em imbatível. No momento em que escrevo estas mal traçadas, são 127 gols autorados pelo capitão tricolor, total que ultrapassa o dobro do registrado pelo patrono dos arqueiros matadores, o paraguaio José Luis Chilavert. Já se vão quase dez anos desde que Rogério superou Chilavert, numa histórica partida contra o Cruzeiro em que pegou um pênalti e marcou duas vezes para salvar a pele do time, que perdia por 2-0. Ao longo da carreira Rogério tornou-se o maior goleiro artilheiro de todos os principais campeonatos que disputou, e está a um tento de entrar na lista dos dez maiores goleadores do São Paulo. Pare um pouquinho e pense no absurdo desse fato. Um GOLEIRO estará entre os dez jogadores de toda a história octogenária de um clube de futebol. Quer mais? Rogério é o maior artilheiro são-paulino em Copas Libertadores e o terceiro maior em Brasileiros. Mesmo ignorando tudo isso, ficam os 127. Não há ameaça visível no horizonte.

3. O Botafogo cedeu metade da seleção na Copa de 1934

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O Brasil na Copa de 34: Martim, Pedrosa, Sylvio Hoffmann, Tinoco, Luiz Luz, Canalli, Waldemar de Britto, Leônidas da Silva, Armandinho, Luisinho

A pior participação brasileira em um Copa do Mundo foi resultado de uma bagunça institucional que se arrastou por anos e cindiu todas as categorias possíveis que faziam o esporte – atletas, clubes, dirigentes, ligas, até a federação nacional. Tudo motivado pela inevitável adoção em definitivo do regime profissional no futebol brasileiro, o que aconteceu a partir de 1933. Mas o amadorismo caiu atirando. Quando se aproximava a Copa da Itália, havia duas entidades gerindo o esporte no país: a desafiante FBF, reunindo os profissionais, e a tradicional CBD, último bastião dos amadores. Como apenas essa última era reconhecida pela Fifa, ficou encarregada da representação brasileira no mundial. Os clubes da FBF, maioria, recusaram-se a colaborar. O único grande que apoiava a CBD era o Botafogo, e basicamente o time alvinegro inteiro foi recrutado: ambos os goleiros, um zagueiro, cinco médios e dois atacantes, total de dez atletas. A CBD ainda conseguiu enxertar o elenco com outros dez jogadores profissionais que atraiu mediante pagamento (que ironia). Com metade da delegação, o Botafogo estabeleceu o recorde de mais jogadores cedidos por um clube ao Brasil numa Copa (apenas três foram titulares: o goleiro Pedrosa e os médios Martim e Canalli). Algo que só ocorreu por contingências irrepetíveis da guerra fria que profissionais e amadores travavam. Nem em outras Copas do mesmo período foi preciso convocar tantos jogadores de um só clube. Nenhuma equipe brasileira de hoje tem condições de colocar seu time titular inteiro na seleção. Clubes estrangeiros juntam mais atletas de nível mundial, mas dez brasileiros? Nem o Shakhtar Donetsk. E olha que eles tentam.

2. Gilberto Nahas expulsou dois times inteiros de uma vez

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Nahas tenta controlar avaianos e alvinegros

Gilberto Nahas foi sargento da Marinha e árbitro entre os anos 50 e 70. Em 1971, foi escalado para apitar um clássico amistoso entre Avaí e Figueirense, em Florianópolis. Organizado pelas autoridades locais, o jogo seria realizado no dia 1º de abril como celebração de aniversário do golpe militar de 1964. Havia muitos almirantes e políticos presentes ao Estádio Adolfo Konder. A peleja corria bem, sem gols, até os dez minutos do segundo tempo. Foi quando o zagueiro avaiano Deodato deu um pontapé no centroavante alvinegro Cláudio, que o provocava. A briga rapidamente se espalhou entre todos os atletas dos dois times, que transformaram o gramado num octógono. Torcedores também invadiram o campo para contribuir. O juiz Nahas, observando seu jogo se converter em caos, tomou medidas drásticas: puxou o cartão vermelho e ergueu-o para todos os lados, gritando que estava expulsando todo mundo. Sim, todo mundo. Todos os 22 jogadores numa sentada. Nem a pressão de seus superiores hierárquicos da Marinha, que foram atrás dele para reverter a decisão e garantir a continuidade do evento (não esqueça, era um jogo promovido pela ditadura), adiantou. Nahas bateu o pé, disse que a autoridade em campo era ele e manteve as expulsões. O incidente entrou para a história como “Clássico da Vergonha”. Os militares não conseguiram impedir o fim prematuro da partida, mas, nos tempos modernos, o comercialismo conseguiria. Nenhuma TV aceitaria a interrupção inesperada do jogo que transmite, então certamente há orientações aos árbitros para não perder as estribeiras desse jeito. Além do quê, nem as mais homéricas batalhas campais do futebol brasileiro resultaram em dois times no chuveiro mais cedo – no máximo, os jogadores mais exaltados de cada lado. O “golpe de estado” de Nahas, que sabotou a festa da ditadura, continuará ímpar.

1. Amadeu Teixeira treinou o América-AM por 53 anos

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A bola, a santa e Amadeu Teixeira, o Senhor América-AM

Quantos técnicos o seu time já demitiu nos últimos, digamos, cinco anos? Será que o número atinge dois dígitos? Bem provável. A dança das cadeiras dos treinadores é um fenômeno inerente ao futebol brasileiro dos dias atuais. De raro em raro conseguimos ver um clube que mantém o mesmo “professor” por três, quatro anos, quando a fase é muito boa, mas não é a regra. Amadeu Teixeira, entretanto, não dá a menor pelota para a regra. O manauara assumiu a prancheta do América de Manaus, clube de sua família, em 1955, quando o time era tetracampeão amazonense. Só foi deixar a função em 2008, mais de meio século depois. Estava, então, no primor de seus 82 anos de idade e teve que se afastar por questões de saúde, portanto não foi demitido. Foram 53 anos como técnico, um recorde inigualável, intocável, inequivocamente insuperável na história passada, presente e futura do futebol brasileiro. Um caso único de ligação umbilical entre um homem e seu time de futebol. Teixeira ajudou a fundar o América com 13 anos de idade, mas era muito ruim de bola para ser jogador. Virou roupeiro. Depois foi massagista e fisioterapeuta, antes de ser promovido a treinador e ir ficando. Não viu muito sucesso: venceu apenas uma vez o estadual, em 1994, e foi duas vezes campeão da Série B amazonense (1960 e 1962). Virou o presidente de honra do Mequinha da floresta, passando o bastão para o filho e a presidência oficial para a neta. Lenda viva do futebol local, ganhou um ginásio com seu nome em Manaus. Acima de tudo, Amadeu Teixeira estabeleceu um feito que viverá para sempre, como o maior absoluto da história do futebol brasileiro.

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