As 11 maiores jogadoras da história do futebol feminino

No último domingo assisti à eliminação da seleção feminina diante dos Estados Unidos nas quartas-de-final da Copa do Mundo. Um jogo muito bom, com bons lances, emoção, reviravoltas, enfim, tudo que o futebol precisa. Porque o futebol feminino pode, sim, proporcionar essas coisas. Basta querer vê-las.

Fiquei impressionado com o espetáculo de informação charlatã que recebi sobre a modalidade na repercussão do resultado. Não que eu entenda muito, mas dá para perceber quando a pessoa que se mete a comentar nem viu o jogo e quer tirar conclusões amplas. Minha conclusão é que existem basicamente dois tipos de análise sobre o futebol das moças: uma condescendente, simplista e pachecóide; outra rabugenta, machista e apressada. Uma chama as jogadoras de “meninas do Brasil” e tem certeza de que elas estão predestinadas a um dia, magicamente, ganhar a Copa. A outra acredita que futebol feminino é uma aberração e que as mulheres são incapazes de aprender técnica, tática e estratégia. Ambas estão muito erradas.

Decidi, então, me aventurar um pouco por esse terreno pouco explorado. Coincidentemente, dias antes eu havia recebido essa mesma sugestão dos professores que integraram a banca avaliadora do meu projeto de conclusão de curso, que era, evidentemente, sobre futebol: preste mais atenção ao futebol feminino, ele também existe. Não só existe como tem uma história interessante, pelo que já pude ver.

Achei que seria bacana, e fundamental, iniciar essa jornada a partir das jogadoras. Afinal, são os atletas que estabelecem a história e as histórias do futebol. Quem sabe o que as grandes craques poderiam me contar por suas trajetórias? Por isso decidi fazer esta lista e apresentar aqui as maiores jogadoras do futebol feminino.

11. Bente Nordby

Aposentada em 2008, Bente Nordby foi a maior de todos os tempos numa posição muito criticada do futebol feminino: o gol. Sua carreira durou duas décadas e envolveu cinco Copas do Mundo, um recorde de participações compartilhado com outras quatro jogadoras. Defendeu a seleção da Noruega durante praticamente todo esse tempo, e participou ativamente das conquistas mais importantes do país. Já em 1991, na primeira Copa feminina, estava no elenco norueguês como reserva de Reidun Seth, e foi vice-campeã. A titularidade chegaria em 1995, e foi nessa condição que Nordby brilhou na Copa da Suécia. Sofreu apenas um gol em toda a competição, que foi amplamente dominada pela Noruega, e conquistou o troféu. No ano seguinte levou bronze nas Olimpíadas de Atlanta, mas seu principal momento olímpico foi em Sydney, em 2000, quando venceu o ouro. A jogadora se despediria da seleção em 2002, mas resolveu voltar atrás e mostrou que ainda tinha lenha para queimar: chegou à final da Eurocopa de 2005 e destacou-se nas Copas de 2003 e 2007 – nesta última foi nomeada para a seleção do torneio. Ao fim da carreira, com 34 anos, ainda era a melhor do mundo.

10. Bettina Wiegmann

A Alemanha é uma das grandes potências do futebol feminino, e Bettina Wiegmann foi a maior jogadora germânica no período entre as décadas de 90 e 2000. Até sua aposentadoria, após a Copa do Mundo de 2003, foi sempre a referência do time. A começar pelas três Eurocopas conquistadas (1995, 1997 e 2001), sendo que nas duas primeiras marcou nas finais. Em 97 também decidiu a semifinal contra a Suécia, com um gol a seis minutos do fim. Na Copa de 1995 a meio-campista faria algo parecido: gol no último minuto para superar a China na semi e impulsionar as alemãs à sua primeira decisão mundial. Nas Copas de 1999 e 2003 foi escolhida para a seleção dos torneios. Uma das únicas jogadoras da história a marcar pelo menos dois gols em cada uma de quatro diferentes Copas (Mia Hamm é a outra), Wiegmann foi aos poucos passando o bastão de estrela da companhia para Birgit Prinz, mas despediu-se elegantemente em 2003, capitaneando a Alemanha em sua primeira conquista de Copa do Mundo. Também tem no currículo duas Olimpíadas (foi bronze em 2000). Tem mais de 150 jogos e mais de 50 gols pela seleção, e é a única mulher no rol de capitães honorários da Nationalelf. No ano passado ocupou como interina o cargo de técnica da seleção feminina sub-19 da Alemanha, atingindo a semifinal do Campeonato Europeu da categoria.

9. Lily Parr

A única representante da pré-história do futebol feminino neste rol, Lillian “Lily” Parr foi o grande nome do Dick, Kerr’s Ladies, time das operárias de uma fábrica de locomotivas de Preston, na Ingletarra. O time nasceu durante a I Guerra Mundial, quando cada vez mais mulheres arranjaram empregos na indústria pesada. Na Dick, Kerr & Co. surgiu uma forte equipe feminina, que, depois de bater os homens da fábrica em um duelo, começou a chamar atenção e atrair bons públicos para exibições beneficentes. Parr chegou à fábrica em 1920, quando tinha apenas 14 anos, e, já tendo experiências anteriores com futebol no time feminino de sua cidade natal, St. Helens, logo juntou-se ao Dick, Kerr’s Ladies. Em sua temporada inicial marcou mais de 40 gols. Conta-se que Parr, que atuava na ponta, fumava como uma chaminé e possuía um chute mais potente do que o de muitos homens. Ela estava em campo no primeiro jogo feminino internacional, entre seu time e um combinado francês, em 1920. Com o Dick, Kerr’s Ladies, Parr enfrentou as dificuldades impostas por proibições ao futebol feminino na Europa – a equipe chagou a viajar algumas vezes para os Estados Unidos para jogar contra homens, já que não havia alternativas domésticas. Mesmo após deixar a empresa Parr continuou jogando pelo time, e só pendurou as chuteiras por causa da idade, em 1951. Morreu em 1978 de câncer de mama. Em 2002 foi uma das homenageadas inaugurais do English Football Hall of Fame – e única mulher. Seu nome batiza um torneio amistoso anual realizado por entidades LGBT na Inglaterra.

8. Kristine Lilly

Falar em Kristine Lilly é falar em longevidade no futebol feminino. Para começar, a meia-atacante é, simplesmente, a pessoa com maior número de partidas internacionais da história do futebol – masculino ou feminino: são 352 aparições pelos Estados Unidos, que começaram em 1987, quando ela ainda era uma estudante do ensino médio, e se estenderam até 2010. Lilly fez parte da geração de ouro da seleção norte-americana, que venceu as Copas de 1991 e 1999 e as Olimpíadas de 1996. A maioria de suas colegas daquele grupo deixou os gramados após outro ouro olímpico, em 2004, mas Lilly escolheu continuar atuando além desse período. Continuou esbanjando boa forma. Em 2006 ficou em segundo lugar na eleição de melhor jogadora do mundo, atrás apenas de Marta, e em 2007 tornou-se a primeira atleta feminina a participar de cinco Copas do Mundo (de lá para cá outras quatro igualariam o feito), além de atingir a inigualável marca de 30 partidas em mundiais. No mesmo torneio, na quarta-de-final contra a Inglaterra, tornou-se também a mais velha jogadora a marcar um gol em Copas – tinha 36 anos. Foi selecionada para o time ideal da competição. Disputaria a Olimpíada de 2008 se não fosse pelo nascimento de sua filha Sidney no mesmo ano. Logo que pôde, porém, voltou a jogar, e só à beira dos 40 finalmente entregou os pontos. É a segunda maior artilheira da história da seleção dos Estados Unidos, com 130 gols.

7. Michelle Akers

Uma das maiores matadoras do futebol feminino em todos os tempos. Michelle Akers esteve na seleção dos Estados Unidos desde sua criação, em 1985, foi uma das integrantes do histórico grupo americano que venceu duas Copas e uma Olimpíada e atingiu marcas individuais de dar inveja. Uma delas foi a artilharia da primeira Copa do Mundo feminina. Em 1991, na China, os Estados Unidos confirmaram o favoritismo e levaram o título, e Akers simplesmente obliterou adversários marcando um total de 10 gols em seis jogos – incluindo cinco de uma só vez contra Taipei nas quartas-de-final. Foram dela também os dois gols sobre a Noruega na final, que sacramentaram a conquista. Até hoje sua marca de tentos em uma só edição de mundial não foi igualada por outra jogadora. Com mais dois em 1999, incluindo um na semifinal contra o Brasil, Akers chegou a 12 gols, sendo a segunda maior goleadora de Copas. Também foi importante na conquista olímpica de 1996, empatando a semifinal contra a Noruega e forçando a prorrogação, que acabou com vitória americana. É a quarta maior artilheira de seu país, mas tem a segunda melhor média de gols. Foi eleita por um comitê da FIFA a maior jogadora do século XX, e incluída por Pelé em sua lista de 2004 de maiores futebolistas vivos – uma das duas únicas mulheres, ao lado de Mia Hamm. Hoje, aposentada, faz parte do National Soccer Hall of Fame, dos Estados Unidos.

6. Hege Riise

Principal responsável pelo único título mundial da Noruega até hoje, Hege Riise é também uma das poucas mulheres a conquistar título de Copa do Mundo, Olimpíada e Eurocopa (junto com Bente Nordy e Gro Espeseth, todas norueguesas). Sua carreira em clubes também foi ampla: ganhou títulos nacionais na Noruega, no Japão e nos Estados Unidos. Riise em seu time nacional em 1990, bem a tempo de participar da Copa feminina inaugural e ser vice-campeã. Em 1993 levou o título europeu batendo a Itália na final. Dois anos depois teve sua apoteose na Copa da Suécia. Fez gols em todas as rodadas da fase de grupos, mais um nas quartas-de-final contra a Dinamarca e abriu o placar da decisão contra a Alemanha. Acabou como vice-artilheira (5 gols) e levou o prêmio de melhor jogadora do mundial. Também se destacou nas campanhas olímpicas da Noruega: em 1996, na primeira fase, decidiu um jogo contra a Alemanha e, depois, ficou com o bronze; e o ouro veio em 2000. Riise deixou a seleção em 2004, após uma campanha abaixo do esperado na Copa do ano anterior, detendo a marca de 188 jogos pela equipe, o recorde nacional. Coincidência ou não, depois de sua aposentadoria a Noruega nunca mais foi a mesma.

5. Sun Wen

A seleção da China foi uma sensação que tomou de assalto a Copa do Mundo de 1999, nos Estados Unidos. Ela perdeu o título para as anfitriãs apenas nos pênaltis, e saiu com o melhor ataque da competição, com 19 gols. O principal é que contava com uma atacante de pouco mais de 1.60m de altura mas muita habilidade: Sun Wen. Ela foi a artilheira do torneio ao lado da brasileira Sissi, com 7 gols (incluindo um hat-trick sobre Gana na fase de grupos e dois na goleada por 5-0 sobre as norueguesas, defensoras do título, na semifinal), e levou o prêmio de melhor jogadora. Sun foi uma vigorosa jogadora, com habilidades de finalizadora e armadora, que personificou o período de sucesso que a equipe chinesa teve enquanto ela jogou. A começar pelo domínio doméstico: com Sun em campo, a China venceu seis Copas da Ásia, e só deixou de ganhar o título continental quando a jogadora esteve brevemente aposentada devido a uma lesão. A atleta participou de quatro campanhas de Copas, entre 1991 e 2003, e, além da final de 99, chegou à semifinal em 1995. No ano seguinte veio a prata olímpica. Na decisão em Atlanta, contra os Estados Unidos, Sun marcou o gol de empate após Shannon MacMillan abrir o placar, mas Tiffeny Milbrett decidiu no segundo tempo. O talento da chinesa foi reconhecido em premiações. Ela foi a primeira mulher a ser considerada para o prêmio de melhor futebolista da Ásia. Nas eleições de melhor do mundo de 2001 e 2002 ficou, respectivamente, em segundo e terceiro. Em votação realizada em 2001 pelo comitê da FIFA, Sun foi aclamada a segunda melhor jogadora de futebol do século XX. Mais: na votação popular do mesmo prêmio, ficou em primeiro lugar.

4. Pia Sundhage

Antes do período de renascimento proporcionado pelo advento das Copas do Mundo, a partir de 1991, o futebol feminino vivia em relativa obscuridade. O grande torneio oficial era a Eurocopa, cuja primeira edição aconteceu em 1984. A Suécia passou com muita tranquilidade pela fase de grupos e bateu a Itália nas semifinal para avançar à decisão, que seria em dois jogos contra a Inglaterra. Aí brilhou Pia Sundhage, a versátil capitã. Foi dela o gol da vitória no jogo de ida, em Gotemburgo. O jogo de volta foi vencido pelas inglesas, com gol de Linda Curl, e na decisão por pênaltis – após prorrogação zerada – deu Suécia outra vez. Coube a Sundhage dar o chute final e levar para casa a primeira taça europeia de seleções femininas. Era o ponto alto de uma carreira de seleção sueca que já durava dez anos. Ela ainda jogaria com a camisa nacional até 1996, participando, no meio tempo, da melhor campanha da Suécia em uma Copa do Mundo: o terceiro lugar em 1991, em que ela marcou três gols, incluindo o que valeu a vitória sobre a China nas quartas-de-final. Sundhage jogou também a Copa de 1995, em casa, e a Olimpíada de 1996, que marcou sua despedida da seleção. A jogadora teve também muito sucesso em campeonatos domésticos: venceu quatro ligas nacionais e duas copas pelo Jitex e outras duas copas pelo Hammarby. Fez a transição para uma boa carreira como técnica: depois de passar por vários clubes, hoje comanda os Estados Unidos, e já tem o ouro olímpico de 2008, seu ano de estreia, no currículo.

3. Marta

“Pelé de saias” é como a chamam. Marta é a única brasileira nesta lista é também sua mais jovem integrante: 25 anos e um bom pedaço da carreira ainda à frente. Extremamente habilidosa e rápida, a atacante chama a atenção por estar em um nível técnico muito acima de suas contemporâneas, e tem capacidade física suficiente para encarar o futebol masculino. Ela começou a se destacar bem cedo, em 2004, quando foi a melhor jogadora do Mundial Sub-20. Rodou por vários clubes, amealhando títulos: campeonatos nacionais na Suécia, nos Estados Unidos e no Brasil, Copa Libertadores, Liga dos Campeões… Além de conquistas continentais com a seleção brasileira: dois Sul-Americanos e dois Jogos Pan-Americanos. Entre tantas taças não estão (ainda) as mais importantes, de Copa do Mundo e Olimpíada. Não por falta de esforço. Marta estreou em Copas em 2003 e, apesar dos três gols, não evitou a eliminação nas quartas-de-final diante da Suécia (marcou o único gol do Brasil naquele jogo). Em 2007 foi mais além: com sete tentos (um deles de placa, nos 4-0 sobre os Estados Unidos na semifinal), foi artilheira e craque da competição, mas o título novamente escapou. O Brasil voltou a cair nas quartas em 2011, mas ficou uma glória individual para a camisa 10: com mais quatro gols (sendo dois no jogo da eliminação), alcançou Birgit Prinz com 14 e divide o posto de maior artilheira das Copas, com a vantagem de ter jogado em menos edições. Tem também duas pratas olímpicas. É a maior artilheira da seleção brasileira, com média de mais de um gol por partida. Mesmo sem as principais conquistas do futebol feminino, Marta conseguiu a proeza de ser eleita melhor jogadora do mundo por cinco vezes consecutivas – um recorde em todas as categorias do esporte.

2. Mia Hamm

A primeira grande craque da era moderna do futebol feminino, bem como o rosto do esporte por muitos anos. Mia Hamm foi a estrela da seleção americana que dominou os anos 90 e sua imagem serviu de estímulo ao futebol feminino, principalmente em seu país. Até hoje é assim: a atual liga nacional, Women’s Professional Soccer (WPS), usa sua silhueta na logomarca. O mundo conhecia seu nome, e, graças a isso, ouvia falar de mulheres jogando futebol. Hamm ainda era universitária quando venceu a Copa do Mundo de 1991 com a seleção dos Estados Unidos, e, com 19 anos, passou a ser a mais jovem americana a vencer um campeonato mundial em qualquer esporte. Era apenas o começo. Venceria também a Olimpíada de 1996 e a Copa do Mundo de 1999, em casa, diante de inacreditáveis 90.000 pessoas no Rose Bowl de Pasadena. A década encerrou-se com chave de ouro para Hamm com dois troféus de melhor jogadora do mundo nos dois primeiros anos da premiação, 2001 e 2002. Ainda jogaria a Copa de 2003, e alcançaria a marca de dois gols em cada um dos quatro mundiais que disputou. Sua despedida da seleção, depois do segundo ouro olímpico, em 2004, em companhia de algumas de suas históricas colegas, como Julie Foudy e Joy Fawcett, envolveu uma turnê de jogos amistosos, que serviram para Hamm consolidar-se como maior artilheira dos Estados Unidos (158 gols) e segunda jogadora com mais partidas (275). Mencionei que ela nasceu com um problema nos pés? Pois é.

1. Birgit Prinz

Dona de uma sala de troféus invejável, Birgit Prinz não só é uma vencedora, como também uma líder e uma sensacional jogadora. Venceu três vezes o prêmio de melhor do mundo, entre 2003 e 2005, e nunca deixou de estar cotada. Testemunho da notabilidade de Prinz é o fato de que, em 2003, ela recebeu uma proposta do Perugia para integrar-se o elenco masculino. Pode ter sido apenas um golpe publicitário – foi o que ela temeu, e recusou a oferta -, mas para atrair até mesmo esse tipo de interesse é preciso ser mais do que uma qualquer. E a alemã foi mais, muito mais. Em clubes, venceu oito vezes a Bundesliga feminina e dez vezes a copa nacional da Alemanha (jogando por dois times diferentes de Frankfurt), além de ter conquistado um título nos Estados Unidos (com o Carolina Courage). Venceu também a Liga dos Campeões feminina por três ocasiões. Estreou na seleção alemã em 1994, aos 16 anos, e já no ano seguinte estava causando impacto: marcou, na decisão da Eurocopa, o gol que consolidou a virada sobre a Suécia. Na edição seguinte do torneio deixou sua marca novamente na final. Aliás, desde que Prinz chegou ao time nacional a Alemanha nunca mais deixou de vencer a Eurocopa. História parecida em Copas do Mundo: em seu primeiro torneio como protagonista (2003) ela foi artilheira (7 gols), melhor jogadora e conduziu a equipe ao primeiro título. Repetiu a dose em 2007, como capitã, fazendo da Alemanha primeira bicampeã mundial consecutiva. Uma especialidade de Prinz em Copas é fuzilar o Brasil: marcou em todos os três confrontos, incluindo a final de 2007. Em seus cinco torneios a atleta tem 14 gols, recorde que divide com Marta, e 25 partidas, a segunda maior marca do futebol feminino. Prinz nunca chegou ao ouro olímpico (tem três bronzes seguidos), mas também foi asa negra do Brasil várias vezes nessa competição: quatro gols nos três encontros, incluindo a decisão do terceiro lugar em 2000. Vitoriosa, craque, decisiva. Prinz é a maior jogadora do futebol feminino em todos os tempos.

Anúncios

9 comentários sobre “As 11 maiores jogadoras da história do futebol feminino

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s